Esse é o motivo pelo qual algumas pessoas estão vivendo em caixões em Hong Kong

Os moradores da Lucky House em Hong Kong são tudo menos sortudos. Eles são algumas das pessoas mais pobres da cidade mais cara do mundo.

Em um dos seus apartamentos de 46 metros quadrados, 30 moradores vivem em beliches de madeira compensada cada um com sua própria porta de correr, coloquialmente conhecido como “caixões”. Duas fileiras de beliches, 16 beliches em cada fileira – com ainda espaço para mais duas pessoas.

Os residentes são aposentados, trabalhadores pobres, viciados em drogas e pessoas com doenças mentais, a maioria incapaz de acompanhar o custo crescente da moradia em Hong Kong.

De muitas maneiras, suas casas se parecem com vagões ferroviários, mas ainda mais apertadas, desconfortáveis e sem o charme ou romantismo que vem com viagens de trem.

O fotógrafo Benny Lam descreveu sua experiência de fotografar as condições sombrias de vida em Hong Kong. Depois de passar quatro anos visitando mais de 100 apartamentos subdivididos no antigo distrito da cidade, Lam estava acostumado com “caixões” de 4,5 metros quadrados. Enquanto fotografava um caixão que era um pouco maior que o normal, Lam disse ao inquilino: “Você tem um grande caixão em casa!”

“Eu me senti tão mal”, Lam lembra, “Viver assim nunca deveria ser normal. Eu fiquei entorpecido”.

Confira algumas de suas fotografias emocionantemente tristes da dura realidade de certos moradores da Hong Kong:

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[National Geographic] [The Guardian]

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