Esses são os mais bizarros assassinatos não solucionados da história

Embora a televisão e o cinema nos ensinem que os assassinos nunca escapam da justiça por muito tempo, há muitas ocasiões em que um e até múltiplos assassinatos ficam impunes porque o assassino consegue evitar completamente sua detecção. Embora seja verdade que as técnicas de detecção modernas tendem a significar que é mais difícil se livrar do assassinato, ainda existem alguns assassinos que ainda estão à solta.

Veja só os mais bizarros assassinatos não resolvidos na história:

1 – Os assassino do luar

Em 1946, a primavera não foi como a época de renascimento e crescimento em Texarkana, Arkansas. Em vez disso, foi um momento de morte e destruição quando oito pessoas foram baleadas e cinco foram mortas. Os assassinatos foram todos realizados à noite e a maioria das vítimas eram casais que procuravam um lugar romântico para namorar.

O assassino foi visto de vez em quando e foi descrito vestindo um saco branco sobre a cabeça. Apesar de algumas pessoas terem sido presas, foi descoberto mais tarde que todas essas pessoas eram inocentes. O verdadeiro assassino nunca foi capturado.

2 – O homem do machado de Nova Orleans

Entre 1918 e 1919, Nova Orleans foi dominada pelo terror graças ao homem do machado. O assassino matou pelo menos 15 pessoas, incluindo uma jovem mãe que carregava seu filho. Apesar de deixar evidências na forma de um machado sangrento em todas as cenas, os assassinatos simplesmente pararam e ele nunca foi encontrado.

3 – O assassinato da Dália Negra

Este pode ser um dos mais famosos assassinatos não resolvidos na história dos EUA. Em 1947, a jovem atriz Elizabeth Short foi encontrada morta, mas isso não foi o pior. Short estava nua, cortada em dois e teve sua boca cortada e drenada de sangue. Enquanto assassinato certamente parecia o trabalho de um serial killer, a cena nunca se repetiu e o assassino ou motivo nunca foram encontrados.

4 – Jack, o Estripador

Jack, o Estripador é facilmente o assassino mais famoso da história do mundo que nunca foi pego. O assassino está ligado a pelo menos cinco assassinatos, mas poderia estar conectado a 11.

Todas as vítimas foram mulheres prostitutas, assassinadas no meio da noite de uma maneira que especialistas agora acreditam que ele tinha formação médica, devido ao corte e remoção de órgãos parecer profissional. Embora os assassinatos tenham ocorrido em 1888, ele nunca foi pego e presumivelmente foi para o túmulo sabendo que escapou da justiça por seus crimes.

5 – O assassino do zodíaco

No final dos anos 1960, sete pessoas foram baleadas e cinco morreram na Carolina do Norte. O assassino provocou a polícia com cartas e alegou que matou 37 pessoas. Entre as cartas estavam quatro criptogramas que ele disse ser a chave para encontrar sua identidade. Ele assinou as cartas como “Zodíaco”.

Apenas um dos quatro criptogramas foi resolvido e, embora houvesse muitas pessoas que afirmaram saber quem era o assassino, ele nunca foi pego.

6 – Mortes no Passo Dyatlov

Em 1959, os corpos de nove estudantes que viajaram até os montes Urais foram encontrados enterrados na neve. Enquanto alguns dos corpos pareciam ilesos, outros estavam com ossos quebrados e um teve a língua cortada. Radiação também foi encontrada na cena. Até hoje, as autoridades russas nunca conseguiram descobrir o que aconteceu.

7 – Os assassinatos de Hinterkaifeck

Em uma pequena fazenda na Alemanha, os assassinatos de Hinterkaifeck ocorreram em 1922. A vítima foi uma família inteira de seis pessoas, bem como sua empregada doméstica. Acredita-se que as vítimas foram atraídas uma a uma para o celeiro e tiveram suas cabeças cortadas por uma espécie de picareta.

Ainda mais estranho do que os corpos sendo empilhados e cobertos por feno é que o assassino aparentemente passou alguns dias na fazenda, quando as autoridades encontraram os animais alimentados e alimentos ingeridos depois que as mortes foram cometidas. Nenhum assassino foi pego.

8 – O assassino de 9 de fevereiro

Em 9 de fevereiro de 2006, uma mulher hispânica perto de Salt Lake City, Utah, foi estrangulada em sua casa. Dois anos depois, outra mulher hispânica foi estrangulada em sua casa, a apenas um quilômetro da primeira vítima. Evidências de DNA encontradas em ambas as cenas implicam que o mesmo homem foi responsável por ambos os assassinatos, de modo que foi apelidado de “o assassino de 9 de fevereiro”. Enquanto seu DNA está arquivado, as autoridades nunca encontraram o homem.

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